Se continuar, sem voltar, pelo Rio Lete, encontrará o Jardim de Deus
O paraíso onde somente as boas pessoas escolhidas podem chegar
O céu é tão distante
A Glória medida no céu
Uma mão materna se estende
Entra no meu peito
Voe pelo firmamento, Armadura Divina, soprando um vento frio que derruba as flores
Apesar de toda dor, agonia e dificuldades, liberte-se
O Reino
No mundo dos homens, a tristeza não acaba, a luz recai sem parar por toda parte
Todos as criaturas vivas são abençoadas com o brilho
O mundo vai se reduzindo a nada
O universo é feito a semelhança de Deus
Recompensa-se com a vida eterna
Que mãe castiga o filho
O arco-íris da eternidade eleva-se na terra sagrada, as estrelas piscam brilhantemente também
Apesar de toda dor, agonia e dificuldades, liberte-se
O Reino
Voe pelo firmamento, Armadura Divina, soprando um vento frio que derruba as flores
Apesar de toda dor, agonia e dificuldades, liberte-se
O Reino